terça-feira, 17 de abril de 2018

Hoje é dia de folga, é dia de pastelar, não fiz nada até agora, temo que não vá fazer muito mais nas próximas horas (tirando o jantar).
Ás vezes é preciso não fazer nada e quanto menos tenho a fazer, menos faço.
Amanhã volta a ser dia de folga, aulas de manhã e de tarde, de tarde vou passear e tirar fotografias, um dos passatempos que ganhou nos últimos meses. Passear e fotografar.

domingo, 8 de abril de 2018

O que me deixa mais triste

Poucos meses após a perda da minha mãe, um mês para ser precisa, zanguei-me com o meu tio, ou antes o meu tio zangou-se comigo por um mal entendido criado pela minha avó. É o meu tio mais novo, era o tio por quem tinha mas estima, aquele que me fazia recordar a minha infância, os momentos no parque, na eira, no baloiço de casa, as voltas de mota e muitas outras recordações boas.
Ele foi-se da minha vida.
Meses mais tarde, percebi que não foi só ele que se tinha ido da minha vida, foi a minha prima (filha dele, foi o meu padrinho e foi a minha madrinha (todos eles irmãos da minha mãe).
Nunca consegui fazer o luto destas partidas, nunca consegui perceber a ida embora daqueles que esperava ter por perto, para me "protegerem", para que nos protegêssemos uns aos outros, mas simplesmente foram-se. 
O meu tio é o único que se vai mantendo por perto, apesar de ter sido o único com quem me zanguei, e hoje quando me tocou a campainha, com uma caixa cheia de amêndoas, percebi que o mais dói é não me conseguir dar, não conseguir encara-lo, olha-lo e ser como sempre foi.
A morte não une, a morte só separa.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Quando esperamos três semanas para voltar a ter um fim de semana de folga e temos aulas no sábado, das 9h às 18h. Ok!

terça-feira, 3 de abril de 2018

Quando me ausentei do blogue ausentei-em também das visitas diárias que fazia aos outros blogues, agora que voltei fui tentar recuperar alguns dos que gostava mais de ler, qual não é o meu espanto que muitos deles já não existem :(.
Estou triste!

quinta-feira, 29 de março de 2018

Quando decidi deixar de escrever não tinha muito a dizer, a minha vida estava vazia, eu estava oca e inundada pela tristeza.
De repente comecei tudo do zero, fiz asneiras antes, achei que determinadas situações me dariam escape para a dor que sentia e arranjei uma dor ainda maior. Quando me recordo de Setembro de 2016 vejo-me pequenina, encorrilhada e perdida.
Com o tempo fui recompondo as coisas, solteira, livre e sem trabalho.
Comecei pelo trabalho, um que não me desse dores de cabeça, que fosse só e apenas chegar lá trabalhar, vir embora e não usar muito o cérebro. Este entusiasmo todo acabou quando a meio de 2017 me comecei a sentir frustrada e precisava de mais para me sentir realizada, vai então que me inscrevi num mestrado horário laboral (doideira), o qual estou a frequentar, mesmo continuando a trabalhar. 
Em casa virei a "mãezinha" e vou fazendo tudo e ralhando muito para que os homens cá de casa ajudem.
Resumindo, neste momento sou, dona de casa, funcionária, estudante e namorada. Não me resta muito tempo para respirar, há dias que nem para dormir, há outros que só quero desistir, mas estou viva, sinto-me viva.